05
Jan 12

Não tem título que resuma isso aqui

A quem quiser ter um bom dia eu não aconselho a leitura do texto abaixo. É triste, é raivoso, é rancoroso. Mas era tudo o que tinha dentro de mim agora e eu precisava colocar pra fora.

 

O problema é que não são apenas mágoas antigas. Se fossem apenas estas, eu estaria bem. Sim, estaria. Eu meio que sou uma pessoa rancorosa – sou mesmo – mas eu consigo dar a volta por cima. Acredite, VOCÊ NÃO FOI A ÚNICA PESSOA QUE ME FEZ MAL NA VIDA. Embora, sem sombra de dúvida, tenha sido a que MAIS me fez mal.

Irônico, não é? Seria risível, se não fosse trágico. A pessoa que deveria estar sempre do meu lado, me apoiando, me fazendo feliz, é a pessoa que escolheu ser a crápula da minha vida. Difícil pensar numa ideia pior que essa. Se alguém tiver, por favor, não ponha em prática. Essa aqui já dói pra cacete.

Mas o problema, mesmo, não é APENAS o que você fez no passado. As feridas cicatrizariam se você NÃO FOSSE MAIS VOCÊ. Se você parasse de me tratar diferente da minha irmã, acho. Por que, sabe, eu e minha irmã somos MUITO parecidas. Sei que muito mais do que a senhora gostaria que fosse. As diferenças entre nós são causadas pela senhora mesma. Sabe, o fato dela não ser caseira não se deve apenas a ‘ela gostar de sair’ ou ‘ela ter amigos’. Eu também tenho amigos. Também tinha na idade dela. Eu não era nenhuma leprosa social. Damn, eu fazia TEATRO. Como alguém que faz teatro pode ser uma leprosa social? Mas a senhora e meu pai preferiram me trancar dentro de casa, como um monstro que deve ser escondido. A um certo ponto, eu desisti de pedir pra sair. Dava tanto trabalho conseguir um sim que eu preferia ficar em casa. É como eu disse outro dia no inglês: my parents killed the party person in me. Então se a minha irmã é uma ‘party person’ hoje em dia e eu não, é simplesmente por que aprendi que sair de casa DÁ MUITO TRABALHO.

E desde quando ser uma party person é positivo, afinal de contas? É só uma característica.

Eu acho HILÁRIO essas pessoas que fodem com o seu emocional e depois vem com a conversinha: “VAI PROCURAR UM TERAPEUTA, VOCÊ PRECISA CURAR ISSO”. OH REALLY? Mas me diz aí ALGUMA COISA QUE EU NÃO SAIBA. Eu tinha que curar feridas desde que eu era PEQUENA, sabe? Bem pequena, uns 6 anos, por aí. MAS SERÁ QUE A SENHORA ME DEIXOU CURAR ALGUMA COISA? Oh, not really, right? Me parece que por cima de uma facada a senhora aplicava um novo golpe. E agora as feridas antigas e novas se juntaram aqui e estão fazendo rebelião. Disseram que nem vão tentar se curar mais, por que não tem lógica, se você ainda estiver na minha vida. Eu nem tenho como discordar.

É muito triste tudo isso. Nesse exato momento estou me forçando a não chorar. Afinal, estou escrevendo da minha mesa do trabalho, não ia pegar bem. Eu nem queria escrever isso daqui, mas é algo que está me matando e tem que ser escrito o quanto antes. Essas porção de coisas ditas e não ditas – mais ditas, for sure. Outro dia eu estava na casa de amigos meus e de Weslley e um casal do grupo estava pra casar. A menina em particular falou que a mãe já estava triste por que ela ia embora. Daí a mãe de outra amiga, que estava presente na sala, disse que sentia falta da filha dela o tempo todo. E eu, revoltada com tudo aquilo, falei idiotamente: “Pois a minha tá louca que eu vá embora”. Pois é, que imbecilidade falar isso. Ninguém precisava saber, né? Por sorte, ninguém quis detalhes sórdidos do nosso relacionamento. Ia estragar a noite.

Mas, sabe, não consegui me segurar. Aquelas conversações NÃO FAZEM PARTE DE MIM. Não são parte do meu dia-a-dia. Eu não queria escutar aquilo. Doía demais. Saber que eu nunca vou ter aquilo. Tem como sentir falta de algo que nunca se teve? Parece que sim, no fim das contas. É muito injusto eu, de todas as pessoas do mundo, não ter direito a ter uma mãe. Cacete, WHAT THE HELL I DID TO DESERVE SUCH A HORRIBLE THING? Vai ver fui Hitler na outra vida. Isso explicaria, talvez.

Weslley me falou que eu deveria criar um filtro. Isso é muito ele, mas não parece comigo. Eu, criando um filtro? O QUE É FILTRO, MINHA GENTE? Mas ele insistiu, dizendo que discutir e brigar só piora. Fiquei calada, por que ele realmente parecia acreditar que aquilo daria certo, se eu me dispusesse a por em prática. Mas eu não acredito nem um pouco nesse método. Sabe, mesmo gritando com a minha mãe de duas em duas semanas, a minha garganta ainda está cheia de coisas não-ditas. E, olha, eu não consigo IGNORAR. Eu gostaria. Juro como eu gostaria. Mas dói demais pra ficar calada. É como não gritar enquanto alguém arranca suas tripas. Tem condições? É muita injustiça ter sido tratada do jeito que eu sou, como alguém inferior, sendo que eu NEM AO MENOS sei o que MERDA eu fiz para merecer essa porra de tratamento. Eu entendo muito que meu amor queira que eu ignore. E eu sei que, embora ele não fale, ele se revolta de me vez chegando chorosa no carro dele. Por que eu me revoltaria se fosse o contrário. Quando a gente ama de verdade, não quer que o outro se machuque.

E é por isso que eu digo BULLSHIT que a senhora me ama. Que porra de amor é esse? Talvez a senhora não me queira morta debaixo de um ônibus, mas amar? Vá contar essa história da carochinha pra outro, POR QUE A MIM A SENHORA NÃO ENGANA. Sim, eu sei que é sua tarefa impor limites. Mas, sabe que eu só não sou melhor hoje em dia POR SUA CULPA? Eu poderia ser mais calma. Ser menos rebelde. Mas eu sou nervosa, estressada e tenho problemas com autoridades. Isso não é culpa de quem me mimou, como a senhora vive dizendo. É SUA. Deal with it. Por que eu não sou muito mais mimada que minha irmã, sou?  Na verdade, minha irmã É UM ZILHÃO DE VEZES MAIS FRESCA QUE EU. Eu não sei de onde a senhora tirou que eu sou MIMADA. Eu estudo e trabalho, pago minhas contas e lido com meus problemas. Não tem mimo aqui, minha filha. As poucas pessoas que me mimavam a senhora afastou de mim e eu as deixei se afastar, de idiota que eu sou. Por que simplesmente dá trabalho demais explicar que eu não sou algo que a senhora já se esforçou tanto para fazer verdadeiro.

Eu não sou tão ruim assim. Como filha eu devo ser a merda, não discuto. Mas isso eu já deixei de lado, por que não tem como eu ser melhor tendo a senhora como mãe. Mas, apesar disso, eu sempre tiro notas boas, sou o mais responsável que meus 21 anos me permitem ser, não bebo, não fumo e só faço sexo com o cara que será meu marido e pai dos meus filhos. Não tem como eu ser uma decepção de filha. Ou pelo menos não tem como eu ser mais decepcionante que a minha irmã. Somos praticamente a mesma coisa. Só que a senhora trata ela diferente.

Pra vocês verem que não tô de balela. O meu ano de vestibular foi kind of a hell. E uma boa parte por causa da minha mãe que a) me humilhou por que eu não passei no vestibular de primeira mesmo eu tendo estudado num colégio de merda; b) jogou na minha cara que eu estava sugando o sangue do meu pai por que eu ia passar MAIS UM ANO só estudando quando eu deveria estar trabalhando; e c) fazia questão de deixar claro o tempo todo que se eu não passasse NÃO TINHA SEGUNDA CHANCE PRA MIM. Daí vocês tiram que, se eu passei na minha segunda tentativa, NÃO FOI POR CAUSA DO APOIO EMOCIONAL DELA. Daí minha irmã vem e me conta que esse ano ela vai ganhar mesada para não trabalhar. Mesada. Pra não trabalhar. No ano do SEGUNDO VESTIBULAR DELA. Olhei pra ela com cara de YOU’RE KIDDING, RIGHT? Mas não. Era tudo verdade, mesmo. E o pior é que eu nem estou chocada. Eu já esperava por isso, por que foi assim que ela agiu em várias situações comuns a mim e a minha irmã. Ela fode com a minha vida e quando é a vez da minha irmã de fazer o mesmo ELA SIMPLESMENTE AGE CERTO. O que eu sou, afinal de contas? A porra de um rascunho? A filha que deu errado? Vai se foder, você não é retardada. Você simplesmente não gosta de mim.

Eu vou fazer terapia, sim. Mas só quando eu sair da sua casa. Do contrário, é jogar dinheiro fora. E, ah, obrigada por foder com meu emocional. Sempre posso contar com você para isso.

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25
04
Jan 12

O abraço.

Descobri. Descobri que quando a gente gosta de verdade de alguém a gente sofre a dor da pessoa. Eu preferia ter descoberto de outro jeito, mas eu descobri eu descobri naquele abraço. Aquele abraço dolorido, forte, que não quer soltar, por medo que o resto do mundo desmorone junto com o abraço. Aquele abraço soluçante, no qual chora quem está no abraço e quem está em volta também.

Aquele abraço me passou a sua dor. E eu não me neguei a aceitá-la. Abri meu coração e a deixei  entrar, como se ela fosse minha também. Por que, no fim, ela é. Por que não se pode conhecer alguém por tanto tempo e não sofrer com as mesmas dores.  Eu te abracei forte, querendo que você não estivesse sofrendo com aquele veneno, mas ao mesmo tempo sabendo que todos nós passaremos por isso, em algum momento da nossa vida, cedo ou tarde. Eu preferia tarde. Todos nós. Mas foi cedo e não há como lutar contra os desígnios de Deus.

No final das contas, tive que soltar. Tivemos que. Outras pessoas também queriam compartilhar a tua dor. Outros amigos. O abraço se foi, mas cada um ficou com um pedacinho dela no seu coração, para tornar a tua mais suportável.

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8
31
Dec 11

O último gigapost do ano

Eu me debati. Sério, gente. Eu não pretendia mesmo fazer um post retrospectiva-2011 esse ano. Not at all. Por que 2011 me deixou um sentimento de trabalho mal-feito, sabe? De coisa inacabada, de planos que foram por água abaixo. Entretanto, cá estou eu. Por que certas tradições nunca morrem nem devem. Ter esperança num novo amanhã é uma delas. E, claro, a gente pode falar que essa esperança pode ser refeita a cada dia que nasce e essas coisas que as pessoas geralmente dizem para tirar a empolgação das outras MAS – e esse é um grande mas – não é bem assim que acontece, não é mesmo? Quando a gente briga com o namorado em um dia, no outro não decidimos, do nada, que nossa atitude não foi legal e que devemos mudar. Mudanças levam tempo por que, acima de tudo, precisamos de tempo para perceber que estamos errando e depois ONDE estamos errando. Por isso eu acho que o começo de um novo ano nos traz um gás maior. Mais esperança. Por que temos mais tempo para nos tornamos aquilo que queremos ser. E se não nos tornamos, já melhoramos na tentativa, certo?

Enfim, chega de enrolação e vamos à retrospectiva totalmente sincera da minha vida em 2011.

Relacionamentos

  • Meu relacionamento com a minha mãe continua na merda e o com meu pai tá indo junto, por que ele começa a achar que a minha mãe tem razão. Em contrapartida, o meu relacionamento com a minha irmã está cada vez mais profundo. Somos muito amigas e ela definitivamente está entre as pessoas que mais amo neste mundo.
  • Continuo meio ‘perdida’ na faculdade. Não sei bem dizer o porquê. Acho que sou meio fechada para amizades. E também sou um porre de chata. E não bebo. Acho que esses três fatores não contribuem em nada para a minha socialização. Anyway, ano que vem termino o curso – graças a Deus – e poderei me livrar desse sentimento incômodo de não pertencer a algum lugar.
  • Foi difícil manter contato com os amigos antigos. Em parte por preguiça minha, em parte por preguiça deles. A verdade é que eu  cansei, há um tempo atrás, de correr atrás das pessoas. Geralmente sempre sou eu, sabe? Conto nos dedos as vezes que alguém tem a ideia de me chamar pra algum lugar, só pra conversar e aproveitar minha companhia que – admito – não é essas coisas, mas também não é a coisa mais terrível do mundo. Assim sendo, como eu parei e ligar, cutucar e chamar, algumas amizades meio que foram para aquele limbo costumava-ser-amigo. Enfim, disso não me arrependo. É muito desgastante ter que ficar atrás das pessoas.
  • Conheci diversas pessoas lindas pela internet. Sim, sei que estou parecendo mais antissocial a cada palavra, mas o que posso fazer? Faço parte de um grupo lindo de amigas blogueiras que dão suporte umas às outras nos momentos mais tensos. E pude compartilhar com elas muito mais do que compartilhei com qualquer outro ‘amigo’ que não seja o meu namorado ou minha família. Just saying.
  • O meu namoro continuou firme e forte em 2011. Fizemos 5 anos agora em dezembro. Eu não posso pedir muito mais do que ele na minha vida. Sei que às vezes tudo o que eu faço é reclamar, mas isso é falha do ser humano, né? Weslley faz minha vida cada vez mais linda e eu sou muito grata a Deus por tê-lo colocado na minha vida.
  • Não sei se isso aqui deve ir no campo relacionamentos, mas a minha fé foi bem abalada esse ano. Não deixei de acreditar em Deus, claro. Mas, por um bom tempo, deixei de contar com ele. Eu não sei bem a razão. Talvez o fato da minha mãe começar a apontar ‘pecados’ em mim tenha contribuído violentamente para esse tipo de comportamento. Anyway, foi muito ruim, por que comecei a sentir um vazio muito grande dentro de mim. E voltei a procurá-lo. Ainda não estou 100% – minha mãe really don’t help – mas estou voltando. Deus é tudo, gente, e uma vida sem ele não é pra mim.
Trabalho/Carreira
  • Mudei de estágio. Saí de uma empresa de social media com a qual não me identificava mais – estava trabalhando pra caramba, mas sem entender bem o porquê daquilo –  e fui para a assessoria de uma escola de magistratura – escola para juízes, para quem viajou. Lá é ótimo, calmo, tenho uma chefe tranquila e as pessoas são gentis, no geral. Sofro pouca pressão e geralmente consigo fazer os meus trabalhos sem stress. Adoro trabalhar lá e estou aprendendo coisas de outra área pela qual me interesso bastante – design. Enfim, foi uma ótima troca. O único problema foi que fiquei sem férias ~~~ só ano que vem agora!
  • Desanimei com o jornalismo. Vocês já viram um post aqui sobre isso, então acho que isso dispensa maiores explicações. Estou trabalhando no próximo passo depois da faculdade – cursos aleatórios, uma graduação, uma pós

Dinheiro

  • Comecei o ano controlada e no meio dele me descontrolei de novo. Resultado é que acabo de dar de cara com uma fatura de nada mais, nada menos do que R$499. Sim, fiquei em pânico e agora estou indo cortar cada cartãozinho but o Hipercard. A ideia  é ficar com um cartão só para tudo. Mais simples, acredito. Enfim, foi muito frustrante ver todo o esforço que fiz para PARAR DE COMPRAR LOUCAMENTE ir por água abaixo. Mas é para isso que fresh starts servem, certo?
  • Não consegui juntar nada na poupança conjunta e nem na minha. E todos os bônus que eu ganhei esse ano foram gastos de forma totally impensada. Fuck.
  • Enchi um porquinho – quebrei e gastei todo o dinheiro.

Comportamento

  • Fiquei ainda mais ranzinza do que já era. Acho que é uma doença.
  • Desenvolvi ainda mais a preguiça enorme que tenho de me arrumar. ‘Largada’ está virando um estilo de vida.
  • Comi que nem uma glutona idiota e terminei o ano com 4 KG A MAIS do que eu tinha quando comecei 2011 – com a esperança de voltar aos 58kg. Alguém me explica que era pra PERDER 4, NÃO GANHAR 4!
  • Perdi muito tempo na internet e li muito pouco, apesar da quantidade cada vez maior de livros não-lidos na minha estante. Shame on me.

Melhores descobertas do ano

  • Na internet: Os blogs da Luana, Melina, Marianna, Vida Organizada, Zen Habits. O site Health Month.
  • Bebidas: Chá de hortelã, Chá de morango, Skinka Frutas Verdes, Skinka Frutas Vermelhas.
  • Comidas: O Royal Burguer – da Pin Up –  e o fondue – de La Maison.
  • Aplicativos: Scrabble e Words With Friends, no Facebook.
  • Livros: Organize-se, de Donna Smallin. Eu sou Alice, de Melanie Benjamin. It Girl 6, de Cecily Von Ziegesar.
  • Maquiagem:  O batom vermelho e o delineador da linha Extra Lasting, da Avon. O pó Dream Matte, da Maybelline.

Daí vocês percebem que 2011 foi um ano com mais baixos que altos – mas que pelo menos teve algum alto. So, essas são as minhas intenções para 2012.

things I want to keep this way
- eu e weslley
- meu interesse em culinária

things I want to keep with changes
- meu blog – preciso me decidir, de vez, sobre o caminho que ele vai trilhar [blog-diário ou literário]
- clube do livro [fazê-lo mais ativo]
- inglês [estudar mais a gramática e me dedicar mais ao curso]
- meu interesse por desenho [preciso praticar mais]
- meu interesse por craftwork [preciso praticar mais]
- meus amigos [focar nos verdadeiros e parar de correr feito uma idiota atrás de quem não quer minha amizade]
- meu apetite livresco [preciso dedicar mais tempo a ele]
- computador/internet [usá-la de forma útil e durante menos tempo]
- meu comportamento na faculdade [tudo bem eu estar cagando pro jornalismo, mas preciso ser uma boa aluna até o fim do curso]
- meu quarto

things I want to start
- minha monografia
- a arte da gentileza e da boa vontade
- poupar $$$$$
- bons hábitos alimentícios [beber água, comer frutas, fibras, peixe]
- uma atividade física qualquer que me mantenha funcionando [corrida/natação/yoga]
- sair um pouco da minha zona de conforto cultural e experimentar mais música/filmes/livros que eu não conheço
- journal [já tenho o caderno, falta a coragem]
- voltar a usar uma agenda

things I want to/ need to end up
- procrastinação
- preguiça
- fast-food
- falta de cuidado comigo mesma [preguiça de me cuidar, mesmo]
- mau-humor
- ansiedade e os gastos e quilos e doenças causados por ela
- bagunça e desorganização [no meu quarto, computador, vida]

É isso, gente. Você que se interessou em ler até aqui, obrigada pelo interesse na minha humilde e silly vidinha. Deixo aqui meus melhores votos para esse ano que está vindo. Que consigamos ser pessoas melhores para que esse ano seja melhor.

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